sábado, 27 de junho de 2015

Morte ao Protótipo de Aristóteles!!

Chega. Cansei de pensar. Foda-se essa merda de mundo. 

Foda-se essa merda de Filosofia. 
Foda-se a Ciência. 
Foda-se a Sociedade. 
Foda-se a Política. 
Foda-se a Religião.

Foda-se Bertrand Russel.
Foda-se Kant.
Foda-se Darwin e Mendel, Newton e Einstein, Hawking e o caralho.
Foda-se Dawkins, Hitchens, Harris, fodam-se os ateus.
Foda-se Mario Sergio Cortella.
Foda-se São Tomás de Aquino e foda-se Santo Agostinho de Hipona.
Foda-se Descartes, e também Sidarta.

Foda-se Watson e Crick.
Watson e Holmes é melhor.
Holmes e Watson é predileção injusta.
Foda-se Carl Sagan e foda-se mais ainda Neil deGrasse Tyson.
Foda-se Douglas Adams.
Foda-se Ricardo Boechat, e que vá procurar uma rola todo e qualquer outro infeliz que eu tenha eventualmente me esquecido de mencionar.

Desejo morte à todos eles. 

Desejo que a Filosofia nunca tivesse sido inventada, que Tales de Mileto tivesse morrido, sem substituto.

Desejo que Aristóteles, ah, esse sim, tivesse ido pra cova bem cedo. Sem não antes ser torturado, esquartejado, e jogado aos cachorros. Antes que pudesse sequer ter cogitado escrever os textos do Organon. Aliás, antes mesmo de ter cogitado escrever qualquer coisa. 

Desejo morte a esses pensamentos imbuídos de lógica reverberante, maledicente, que nos obrigam a queimar os neurônios em busca do mais puro e profundo estado de compreensão de todas as coisas.

A esses pensamentos que procuram nos enclausurar na visão clara da realidade como ela é, de como a vida funciona, de como o ser humano consegue ser um ignóbil idolatrável, de como a sociedade é irremediavelmente humana, e de como o pensar é desconcertantemente útil, poderoso e terrível.

Desejo liberdade, liberdade desses pensamentos virulentos que insistem em ocupar espaço no meu cérebro já perturbado. Desejo que Oswaldo Cruz volte do além, e crie uma vacina contra essas pragas.

Desejo pensar em coisas menores. Desejo que o Cosmos vá procurar o que fazer da vida e parar de me encher o saco. Desejo que Deus vá carpir um lote e me deixar em paz. Desejo que a busca do sentido da vida vá para a puta que pariu.

Desejo me concentrar na minha vida, na minha namorada, nos meus estudos, no meu futuro, mas principalmente, no meu presente.

E pra isso, esses desgraçados mela-cuecas precisavam ter morrido.

Não quero aqui, jamais, dizer que eu gostaria que esses caras nunca tivessem existido. O que eu quero mesmo (e preocupo-me em me fazer explícito nesse sentido) é que eles tivessem realmente nascido. Pra morrer depois

De forma lenta
dolorosa 
e insuportável.

Porque é o que eles merecem.
Esses filhos das putas.



Até mais, cabritos andarilhos dos trilhos de trem ò.ó